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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Quatro gafes que ficaram famosas nas redes sociais

Reprodução
A Fail Whale, baleia que simboliza falhas no Twitter 

A Fail Whale, baleia que simboliza falhas no Twitter: redes sociais foram pródigas em gafes
São Paulo - As redes sociais foram terreno fértil para gafes e enganos na internet em 2011. Confira quatro dos que geraram mais buzz:

Restart 1: baterista apaga Amazonas do mapa
Em entrevista concedida em março, Thomas, baterista da banda Restart admitiu que não sabia se o estado do Amazonas era povoado. Logo depois, surgiu no Twitter o tópico #manausodeiathomasrestart, que ocupou o topo da lista de assuntos mais comentados da rede social e expressou a irritação dos amazonenses com o baterista. Os fãs, contudo, reagiram, criando um outro tópico: #OMundoAmaThomas.

Restart 2: Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul?
A dúvida do baterista do Restart, Thomas, sobre a existência dos amazonenses não foi a única que o pôs numa encrenca. Em julho, depois de realizar um show em Cuiabá, capital do Mato Grosso, ele postou um texto em seu perfil no Twitter: “Cuiabá foi demais! Tinha uma galera! E cantaram com a gente do começo ao fim! Mato Grosso do Sul, eu te amo!” Geografia não é o forte do rapaz.

Em tweet do STF, a aposentadoria de Sarney
Um dia depois de o jogador de futebol Ronaldo, do Corinthians, anunciar sua aposentadoria dos gramados, a página oficial do STF no Twitter amanheceu com a seguinte pérola: “Ouvi por aí: agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o (senador José) Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?” A proposta de aposentadoria do senador era, sem dúvida, bem-vinda. Mas o post nada tinha a ver com as atribuições do STF - e foi prontamente retirado do ar. A assessoria de imprensa do Tribunal divulgou nota lamentando o ocorrido.

Google vs. Google
Em outubro, o engenheiro do Google Steve Yegge disse o que pensava sobre o Google+, que era então a mais nova empreitada do gigante de buscas. Usando a própria rede social, ele postou um texto em que dizia que o projeto “é uma invenção tardia e patética”. Yegge foi vítima de um recurso da própria ferramenta, que permite ao usuário escolher com quem quer compartilhar conteúdos. Provavelmente, o engenheiro pretendia compartilhar o desabafo com um círculo limitado de contatos no Google+, mas exibiu o comentário a todos os cadastrados no serviço.

Fonte: Exame
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