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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Music Lovers: a futura rede social de músicos, fãs e criativos


Por Katherine Oliveira

Este serviço "online" espera ser um “meio alternativo” às editoras, permitindo que os artistas possam gerir a sua carreira de forma “independente”.

"Uma espécie de rede social onde músicos independentes, fãs e fornecedores de serviços criativos podem interagir entre si". É assim que o Music Lovers espera funcionar. Trata-se de uma plataforma "online" que vai ser "um meio alternativo" às editoras, permitindo que os músicos possam gerir a sua carreira artística de forma "livre e autónoma".

O Music Lovers, que foi um dos finalistas da 4ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas de 2012, está a ser desenvolvido por um grupo de jovens portugueses que querem condensar no serviço “um modelo de negócio sustentável” para todos os seus utilizadores.

Francisco Bernardo, um dos responsáveis pelo projeto, destaca que no Music Lovers os artistas não estão dependentes das "exigências criativas e financeiras das editoras tradicionais".

Para além disso, podem estabelecer um contacto direto com os seus fãs, assim como, aceder a serviços de vários fornecedores, tais como, designers, consultores de imagem, produtores audiovisuais, apoio legal, marketing online e muitos mais.

Acrescenta que a "flexibilidade" da plataforma permite ao artista, por exemplo, "sugerir a um designer que realize uma capa para o seu álbum ou pedir a produtores audiovisuais para fazerem um videoclip para uma das suas músicas".

Por agora, o projeto está numa fase embrionária e numa procura constante de potenciais investidores. Contudo, Francisco Bernardo espera que o Music Lovers seja lançado já em 2013, mas numa versão beta. Inicialmente será de acesso gratuito, mas se o projeto ganhar visibilidade alguns serviços serão eventualmente pagos.

Outra das ambições da equipa é "internacionalizar o conceito o mais cedo possível" para garantir a sustentabilidade do projeto, isto, porque, "apesar do mercado português ser concentrado ainda é bastante pequeno", aponta Francisco Bernardo.

JPN


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