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sábado, 26 de janeiro de 2013

Rede Mãe, uma espécie de rede social para grávidas (e não só)


É um espaço informativo feito por profissionais de saúde e permite a partilha de conteúdos e dúvidas entre registrados. Para todos os que têm (ou vão ter) um bebê por perto

Mariana Correia Pinto

Como se muda uma fralda? A que alterações emocionais está sujeito o casal durante a gravidez? O que fazer quando as águas rebentam? Quais os direitos de uma mãe trabalhadora que ainda amamenta? Todas as questões relacionadas com a gravidez, o parto e o pós-parto, a amamentação e os primeiro tempo de vida do bebé estão na Rede Mãe, uma espécie de rede social dedicada a todos os que têm (ou vão ter) um bebê por perto.

Depois de uma primeira aparição no Brasil, a Health Insight , "startup" portuguesa incubada na UPTEC que criou o projeto Rede Mãe, decidiu apostar no mercado nacional e conta já com mais de mil pessoas registadas na “comunidade” e quase cinco mil pessoas na página do Facebook .

Para fazer parte da “comunidade” da Rede Mãe basta fazer o registo online gratuito e começar a participar. Há mães e pais, futuras mães e futuros pais, mulheres e homens com interesse pelo assunto e há profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos e fisioterapeutas) aptos a mediar os debates e disponíveis para responder a todas as dúvidas colocadas.

A importância da partilha

Esse carácter de partilha é, para Andreia Sousa, a designer responsável pelo projeto, um dos lados mais interessantes da Rede Mãe: “Para além de permitir a consulta de conteúdos, as pessoas podem interagir umas com as outras, através de 'chats' moderados por profissionais”, diz, realçando a ideia de que esta ligação aos profissionais de saúde “não substitui de forma alguma a consulta regular de um médico”.

Os conteúdos disponibilizados na “Bebepédia” são escritos por profissionais de saúde, estando a Rede Mãe em processo de aquisição da “certificação HON [Health on the Net Foundation]”, disse ao P3 Andreia Sousa.

O projeto é também uma resposta ao fato de a saúde ser um dos temas mais pesquisada na internet, onde nem sempre se encontra informação com fontes credíveis e identificadas. Para Ricardo Cabral, ginecologista, diretor da Health Insight e mentor deste projeto, “as redes sociais podem ser um veículo de promoção da saúde”: “A sua componente lúdica criou um espaço que atrai cada vez mais público, ideal para numa nova abordagem na saúde”, escreve num comunicado enviado às redações.

P3


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