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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Conheça 10 produtos das grandes empresas de tecnologia que não vingaram

(Foto: olhar digital)


Todas as grandes empresas de tecnologia da atualidade possuem um esqueleto guardado no armário. Aquele produto lançado em um passado remoto que foi um fracasso, ou até mesmo recentemente, a ponto de virar piada nas redes sociais. Por isso, listamos alguns dos maiores fracassos comerciais das grandes companhias.

Confira: 

N-Gage
Um dos maiores fracassos da história. O aparelho é lembrado como um lançamento infeliz tanto pela indústria de celulares, que lembra do ridículo “side-talking”, quanto pelo mercado de videogames, que não viu o dispositivo como significativo e quase não teve jogos relevantes para alavancá-lo como plataforma de jogos.

Os botões, desenhados para oferecer a funcionalidade de telefone, não eram muito adequados ao uso como plataforma adequada para jogos. Para trocar de jogo era necessário tirar a bateria. Sua tela, mais vertical do que horizontal, convenceu pouca gente. A Nokia até lançou uma versão atualizada com alguns dos problemas corrigidos, mas não convenceu.

Apple QuickTake
Quando as câmeras digitais começaram a surgir no mercado, a Apple decidiu saltar neste vagão. Numa época em que a tecnologia estava nascendo e a contagem de megapixels era tão baixa que você recusaria um smartphone com a tecnologia, a QuickTake já era ultrapassada quando foi lançada.

Com resolução de 0,3 megapixels, o produto não tinha zoom, nem foco, e armazenava apenas 8 fotos internamente. Ele facilitava o transporte das imagens para o computador, mas isso não o tornava mais aceitável. O produto foi lançado na época da decadência, antes do retorno de Steve Jobs, quando a companhia achava que bastava colocar uma maçã em um produto para fazê-lo vender. Quando o cofundador retornou, tirou o câmera do mercado.

Apple Pippin (1995)
Por alguns anos há uma expectativa que não chega a se consolidar como rumor, de que a Apple possa se aventurar no mercado de games. O que nem todos sabem é que na já longínqua década de 1990 a empresa já tentou entrar neste nicho, para fracassar de forma histórica.

O Pippin foi uma tentativa da Apple de atingir novos mercados, aproveitando sua grande popularidade no Japão. A companhia decidiu para lançar um PC voltado principalmente para jogos e reprodução de CDs, mais ou menos como o PlayStation era na época. O design foi licenciado para a Bandai, que produziu o dispositivo, ignorado por desenvolvedores e público, mais preocupados com os consoles da Sony, da Sega e da Nintendo.

Apple Maps (2012)
A Apple costuma ser uma empresa com uma postura um pouco arrogante, por isso, quando executivos da companhia precisam se manifestar e pedir aos seus usuários que usem os produtos da concorrência, algo está muito errado. Foi o que aconteceu com o Apple Maps.

Lançado juntamente com o iOS 6, o aplicativo tentava evitar a dependência do Google Maps. Contudo, falhou em oferecer o mesmo padrão de qualidade, oferecendo direções erradas e imagens aéreas totalmente distorcidas, a ponto de virar piada na internet. Desde então, a empresa tem trabalhado para reparar o dano e melhorar o serviço, para torná-lo uma alternativa viável à concorrência.

Google Wave
Quando foi anunciado, os convites para o Wave chegaram a ser vendidos, já que a expectativa para o serviço era muito grande. Porém, após seu lançamento, poucos sabiam de fato o que fazer. Na verdade, muitos não sabem até hoje para que servia o Google Wave.

Tratava-se de uma plataforma de comunicação e colaboração online, que nunca foi muito adiante entre 2009 e seu encerramento, em 2012. Entretanto, alguns recursos acabaram sendo aproveitados pela empresa, como a edição colaborativa de documentos do Google Docs.

O que muitos não sabem é que o Wave continua ativo, mas não é mais uma ferramenta do Google. A empresa passou o desenvolvimento do produto para a Apache Software Foundation, que possui a ferramenta chamada Apache Wave.

Google Buzz
Uma das tentativas frustradas da empresa de entrar no ramo das mídias sociais. O Buzz integrava ferramentas para compartilhamento de conteúdo ao Gmail. Imagens, links, vídeos e atualizações de status poderiam ser enviados a contatos e seguidores. Os posts eram mesclados à Caixa de Entrada do usuário.

Contudo, o recurso, por mais integrado que fosse aos serviços do Google e outras plataformas da web nunca saiu do chão, embora houvesse muita expectativa na época do seu lançamento, de que ele fosse capaz de concorrer com Facebook ou Twitter. Também houve muitos problemas de privacidade, possibilitando o vazamento de informações dos usuários, o que prejudicou a adoção do serviço. Foi descontinuado em 2011.

Kin
Em 2010, iOS e Android já eram grandes nomes no mercado de celulares, e a Microsoft sentiu que era hora de entrar no mercado de mobilidade. A companhia, liderada por Steve Ballmer, decidiu investir US$ 1 bilhão no desenvolvimento do Kin, o primeiro smartphone da empresa, que utilizava o Windows CE.

O dispositivo foi lançado em maio e dois meses depois já havia sido retirado do catálogo da Verizon, operadora dos Estados Unidos. A Microsoft desistiu de lançar seu smartphone na Europa após o resultado catastrófico e o resto do mundo nunca viu um Kin.

Zune
O iPod não foi o primeiro dispositivo portátil de reprodução de músicas, mas revolucionou o mercado ao permitir que canções em mp3 fossem ouvidas em qualquer lugar. Isso o tornou referência no mercado e, logo, outras empresas tentaram seguir o mesmo caminho. Foi o caso do Zune, da Microsoft.

Ele não era tão ruim, na verdade, mas não teve atrativos suficientes para nem mesmo chegar perto do concorrente da Apple, que já dominava o mercado tanto em receitas como em reconhecimento de marca. E, convenhamos, marrom?

Windows ME
Lento, instável e bugado, ele transformou em grandes companheiros os usuários e a tela azul da morte. O software, chamado de “Millenium Edition” (“edição do milênio”), por ter sido lançado no anos 2000, também já recebeu o carinhoso apelido de “Mistake Edition” (“edição do erro”).

A PC World chegou a considerá-lo um dos piores produtos de tecnologia de todos os tempos, afirmando que “os usuários tinham problemas para instalá-lo, fazê-lo rodar, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e fazê-lo parar de funcionar”.

Não à toa, sua vida não foi muito longa e logo a Microsoft lançou o Windows XP, que solucionaria boa parte dos problemas.

Windows Vista
Cinco anos após o lançamento do aclamado Windows XP, a Microsoft lançou o Vista, considerado por Ballmer o seu maior arrependimento à frente da companhia. Mesmo com tanto tempo em desenvolvimento, ele conseguiu ser um fracasso completo, sendo um sistema pesado, que exigia muito hardware para funcionar.

O Vista deveria ter sido uma pequena atualização do XP, mas problemas em sua etapa de desenvolvimento adiou várias vezes o seu lançamento, ao ponto de recomeçaram a produção do software do zero. Outros problemas, como privacidade, segurança, compatibilidade e restrições de licenciamento foram fatores que colaboraram para o fracasso.

Muitos chegam até mesmo o consideram um “beta” do Windows 7, que seria lançado três anos mais tarde, com maior estabilidade e segurança.

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