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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

iPad Air e iPad mini: veja as diferenças para os tablets anteriores

Raquel Freire Para o TechTudo

Os tão aguardados iPads finalmente foram anunciados, trazendo muitas das novidades e surpreendendo em alguns aspectos. O esperado iPad 5 virou iPad Air, enquanto que o irmão menor recebeu o título de iPad Mini Retina, e não iPad Mini 2. Como o nome entrega, o principal boato sobre o modelo mini, o display Retina, foi confirmado. Já no iPad Air, o grande acerto dos rumores está no chip A7 de 64 bits, que admiravelmente também foi incorporado ao mini. Veja abaixo as principais mudanças nos dois modelos.

Novo iPad mini com tela Retina de 7,9 polegadas (Foto: Divulgação/Apple)

iPad Air

A mudança mais drástica do sucessor do iPad 4 está no design. Com 7,5 mm de espessura, ele é 20% mais fino que a versão anterior, que contava com 9,4 mm. As bordas laterais diminuíram em 43% e o peso passou de 652 g para 450 g.

O processador, como já dissemos, deixou de ser um A6X dual core para ser um A7 de 64 bits, o mesmo do iPhone 5S. Além disso, ele acompanha co-processador M7, que rastreia movimentos e permite ao gadget saber quando você está parado, andando ou correndo. Como consequência da melhora em performance, ele abre arquivos 2 vezes mais rápido que o iPad 4 e é 72x mais veloz que o primeiro dispositivo da série.

A câmera praticamente não sofreu alterações, continuando com seus 5 megapixels de resolução e gravação de vídeo em HD de 1080p. Houve melhoria na câmera FaceTime HD, que agora apresenta pixels maiores. A tela também permanece com suas 9,7 polegadas.

iPad Air está mais fino do que o antecessor (Foto: Divulgação/Apple)

Em termos de conectividade, ele conta com Wi-Fi mais rápido, mas em contrapartida a rede 4G não é compatível com o LTE brasileiro. A bateria continuou com autonomia de 10 horas usando rede Wi-Fi, assistindo vídeos ou escutando música.

O modelo mais barato, o de 16 GB com Wi-Fi, custa US$ 499. Há também versões de 32, 64 e 128 GB, cujos preços aumentam em US$ 100 a cada upgrade. Já no modelo Wi-Fi e celular, os preços são de US$ 629 (16 GB), US$ 729 (32 GB), US$ 829 (64 GB) e US$ 929 (128 GB).

Os dispositivos começarão a ser vendidos dia 1º de novembro em diversos países, mas não no Brasil, onde ainda não há uma data definida para chegar às prateleiras. O iPad Air chega com a traseira nas cores prata e cinza escuro, com a frente em branco e preto. Uma das surpresas é que o iPad 4 será descontinuado, ficando apenas a segunda geração disponível para venda, por US$ 299.

Entre os rumores que falharam estão o sensor biométrico, que seria integrado ao botão home e capaz de fazer leitura de digitais, e a existência de uma Smart Cover integrada funcionando como teclado.

iPad mini Retina

As mudanças no iPad mini Retina impressionaram mais por serem inesperadas. O único ponto óbvio da mudança ocorreu no display, que de fato aumentou dobrou de resolução: de 1024 x 768 pixels para 2048 x 1536 pixels (326 ppi de densidade), matendo porém suas 7,9 polegadas.

O processador muito mais potente, o A7 de 64 bits, já até havia sido especulado, mas na versão mini esta alteração era considerada uma possibilidade remota. Sua CPU ficou 4 vezes mais rápida que a do antecessor, com gráficos rodando 8 vezes mais velozmente.

iPad mini com tela Retina e processador A7 (Foto: Divulgação/Apple)

As configurações de câmera e vídeos são as mesmas que a do Air: 5 megapixels de resolução e 1080p para gravação de vídeos. Da mesma forma, a bateria também tem autonomia de 10 horas.

A conectividade Wi-Fi está 2 vezes mais rápida, e agora existirá uma versão compatível com LTE – porém é provável que não com a rede brasileira. Os preços são de US$ 399 e US$ 529, respectivamente.

Ele chega no mercado no final de novembro, nas cores prata e cinza escuro. Já as capas, tão aguardas devido às dicas da Apple, virão em diversas cores e custarão US$ 39 para a cobertura apenas frontal e US$ 79 para a que cobre todo o gadget.

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